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O
processo de filtração consiste, basicamente, na retenção de impurezas
ou substâncias suspensas na água, atuando como uma 'peneira' ou 'coador'(chamados
neste caso de elementos filtrantes, cartuchos, velas ou refils).
Atualmente, os filtros mais utilizados são os de pressão, pois utilizam
a pressão da rede hidráulica para fazer com que a água da rede pública
passe através de um ou vários elementos filtrantes (dependendo da
constituição do filtro), resultando em água filtrada, própria para
o consumo humano.
Normalmente, os filtros são constituídos por um cartucho de carvão
ativado compacto com grau de retenção de 5 micra, capaz de retirar
da água os sólidos em suspensão, microorganismos, cloro, sabores e
odores desagradáveis. Outro tipo de constituição, também muito comum,
é a utilização de um pré-filtro de polipropileno com grau de retenção
de 5 micra (para retirar as partículas em suspensão) e em seguida
um filtro com carvão ativado compacto, para retirar o cloro, sabores
e odores. Esta segunda combinação permite economizar na troca dos
cartuchos pois quando ocorrer entupimento, pode ser feita a troca
do elemento de polipropileno, componente mais econômico, e utilizar
por mais tempo o cartucho de carvão ativado, que é mais dispendioso.
E importante observar que o grau de retenção máximo permitido para
a filtração de água destinada para o consumo humano é de 5 micra (5
milésimos de milímetro). Esse limite é estabelecido na norma ABNT
NBR 14908:2004.
Existem diferentes formas de se tratar a água, através de processos
como a filtração simples, ultrafiltração e purificação. Cada tipo
de tratamento sugere uma forma de trabalho e um tipo de resultado.
Em termos gerais, as diferenças entre estes sistemas são mostradas
no gráfico a seguir, em função de suas capacidades de retenção de
contaminantes particulados ou de esterilização de microorganismos. |
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Os
filtros mais usados são mostrados a seguir: |
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Walltop |
Countertop |
Unimax
e Duplimax |
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